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08/04

OFG no Teatro SESI

Orquestra Filarmônica de Goiás - SESI

  • Orquestra Filarmônica de Goiás - SESI

 

Sinopse do evento

 

OFG - Orquestra Filarmônica de Goiás no Teatro SESI

 

Local: Teatro Sesi (Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva, ao lado do Clube Antônio Ferreira Pacheco)

 

Data e horário: Terça-feira, 8 de abril, às 20h30

 

Entrada franca

 

 

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Orquestra Filarmônica de Goiás traz fenômeno do violino brasileiro e primeira apresentação de regente dinamarquês no Brasil

 

 

 

A Orquestra Filarmônica de Goiás, um programa do Governo do Estado de Goiás, realizará nesta terça-feira, 8, no Teatro Sesi, o primeiro concerto da série Filarmônica no Sesi da Temporada 2014. O evento acontece às 20h30 e é aberto ao público, com entrada franca.

 

 

 

O concerto conta com a presença do violinista brasileiro Daniel Guedes, considerado um fenômeno da música clássica mundial, e do aclamado regente dinamarquês Claus Efland, que vem ao Brasil pela primeira vez e faz sua estreia no país justamente em Goiânia.

 

 

 

Claus Efland - Regente

 

 

 

Além de oferecer o repertório principal de um regente - trabalhos sinfônicos e óperas - Claus Efland é visto como um embaixador musical de sua terra natal, a Dinamarca, e do resto da Escandinávia. Um de seus maiores objetivos artísticos é levar a distinta linguagem musical de compositores nórdicos a uma audiência mais ampla.

 

 

 

Este objetivo é especial quando se trata da música do compositor dinamarquês Carl Nielsen, que exerceu influência formativa nas paixões musicais de Efland. Ambos nasceram na mesma ilha e Efland teve a honra de se apresentar com o famoso violino Scamparella de Nielsen enquanto estudava na Dinamarca. Como especialista da música nórdica, Efland rege vários trabalhos orquestrais de Nielsen, Grieg, Sibelius, Svendsen e outros compositores de todo o mundo.

 

 

 

Claus Efland atraiu atenção internacional pela primeira vez em 2004 como vencedor do segundo prêmio na Donatella Flick Conducting Competition, em Londres. A partir daí, sua agenda como maestro o levou para a Escandinávia, Inglaterra, Alemanha, Itália e América do Sul. Ele trabalhou como regente convidado com a Orquestra Sinfônica de Londres, a Orquestra Sinfônica de Bournemouth e diversas outras de igual renome na Europa e nas Américas.

 

 

 

O músico começou sua carreira musical como violinista e, em seguida, estudou regência no Royal College of Music in London e no Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Paris.

 

 

 

Depois de ganhar incontáveis prémios - entre eles o renomado Scandinavian Léonie Sonning Award como o mais talentoso maestro dinamarquês de sua geração - Efand aceitou o convite de Sir Colin Davis para se tornar seu assistente na Dresden Staatskapelle.

 

 

 

 

 

DANIEL GUEDES - violino

 

 

 

Carioca, nascido em 1977, Daniel Guedes iniciou os seus estudos de violino aos sete anos com seu pai e logo ingressou no Conservatório Brasileiro de Música. Em 1991, ganhou bolsa de estudos da Capes para estudar em Londres, tendo sido aluno de Detlef Hahn na Guildhall School of Music and Drama. Posteriormente, cursou bacharelado e mestrado na Manhattan School of Music de Nova Iorque, na classe de Pinchas Zukerman e Patinka Kopec no Pinchas Zukerman Performance Program, com bolsas da Vitae e da Capes. Estudou música de câmara com Sylvia Rosenberg, Isidore Cohen e Arnold Steinhardt e recentemente regência com Pinchas Zukerman e Mika Eichenholz. Foi vencedor dos concursos Jovens Concertistas Brasileiros (1991), Bergen Philharmonic Competition (1998) e Waldo Mayo Memorial Award (2000), prêmio este que lhe valeu um concerto no Carnegie Hall de Nova Yorque tocando o Concerto nº 1 de Max Bruch.

 

 

 

Desde os dez anos, Daniel Guedes vem atuando como recitalista e solista das principais orquestras brasileiras e também nos EUA, Canadá, Inglaterra, Noruega, Itália e América do Sul.

 

 

 

Considerado um dos mais importantes músicos brasileiros de sua geração, Daniel Guedes vem se destacando como um violinista, violista, camerista, professor e regente.

 

 

 

Como regente, atuou frente a orquestras como a OSB Ópera e Repertório, OSUSP, Sinfônica de Campinas, Sinfônica da Bahia, Sinfônica da UFRJ, entre outras. Recentemente, foi regente da Academia Jovem Concertante, em turnê realizada pelo Brasil, com a pianista Simone Leitão.

 

 

 

Como camerista, integra o renomado Quarteto da Guanabara, grupo fundado por Mariuccia Iacovino e Arnaldo Estrêla, que tem mais de 40 anos de existência. O concerto de reestreia do grupo, na Sala Cecília Meireles, foi escolhido pelo jornal "O Globo" como um dos dez melhores concertos de 2009.

 

 

 

Seu duo com o violonista Mario Ulloa vem percorrendo os principais festivais do Brasil e atuando em importantes teatros, trazendo um repertório inédito e inovador para esta formação.

 

 

 

Daniel gravou seu primeiro disco em 2000, pelo selo Niterói Discos e, em 2004, lançou o CD Impressões Brasileiras, tocando obras de Villa-Lobos, Lorenzo Fernandez, Flausino do Vale, Nelson Macêdo e Alceo Bocchino, com Flávio Augusto ao piano.

 

 

 

Em 2005, gravou o CD Ya Mariamu, com Fábio Presgrave e Rami Khalife, contendo obras de Astor Piazzolla. Lançou, em 2008, o CD Suíte das Origens, com obras de Nelson Macêdo. Gravou também, recentemente, o CD "Beethoven in Brazil" com Ilan Rechtman, para o selo Well-Tempered Productions da Califórnia. Gravou, ainda, o CD "Violão e Violino", com Mario Ulloa, tocando compositores populares brasileiros, pelo selo Rob Digital.

 

 

 

Compositores como Nelson Macêdo e Aluisio Didier escreveram obras dedicadas a Daniel. Participou das gravações dos DVDs Contraponto 1 e Contraponto 2, lançados pela Brasiliana Produções, com obras de compositores brasileiros contemporâneos.

 

 

 

Daniel é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de lecionar em importantes festivais, como o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, o Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), o Festival de Inverno de Domingos Martins, entre outros. O Jornal do Brasil o considerou como "um dos principais violinistas de sua geração".

 

 

 

 

 

Programa:

 

 

 

C.M. Weber - Abertura da ópera O Franco Atirador

 

 

 

J. Sibelius - Concerto para Violino e Orquestra em Ré Menor, Op. 47

 

 

 

W.A. Mozart - Sinfonia Nº 41 em Dó Maior, K. 551, Júpiter

 

 

 

Compositores:

 

 

 

TRÊS EXPOENTES: WEBER, SIBELIUS E MOZART

 

 

 

 

 

 

 

Carl Maria Von Weber (1786-1826)

 

O espírito arrojado e corajoso de Weber, em sintonia com o "Sturm und Drung", contribuiu de forma decisiva para a introdução da estética romântica na Alemanha. O romantismo musical de Weber anuncia a longa trajetória do drama musical em terras germânicas. A composição da primeira ópera romântica alemã, com a sua famosa abertura, "Der Freischütz", conhecida em português como "O Franco Atirador", é um dos marcos nessa trajetória. A obra adapta livremente o conto medieval europeu do homem que faz um pacto com o diabo para conseguir realizar os seus desejos, mas que, no entanto, torna-se cativo das artimanhas do maligno. Com um "pathos" tipicamente romântico, Weber instaura na abertura, e em toda a ópera, a pujança do declínio e do trágico em uma sonoridade magnífica e hipnótica.

 

 

 

 

 

 

 

Jean Sibelius (1865-1957)

 

A despeito do que muito se pensa acerca de Sibelius, seu ideal foi compor para a elevação espiritual e o resgate da pureza musical, às vezes imbuído de um pensamento que se aproximava da música pura, ao invés de ter sido um mero compositor que usava temas folclóricos em sua obra. O "Concerto para Violino e Orquestra em ré menor, op. 47", escrito em 1903, está organizado em três movimentos: Allegro moderato, Adagio di molto e Finale (Alegro ma non tanto). O compositor o revisou em 1905 para um concerto sob a batuta de Richard Strauss, em Berlim, Alemanha. Único concerto de Sibelius para violino, essencialmente neorromântico e lírico, destaca-se pela complexidade técnica e virtuosismo exigidos do solista. Sem dúvida, é uma das obras de resistência do repertório violinístico.

 

 

 

 

 

 

 

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-91)

 

Prodígio, Mozart iniciou-se na música logo nos primeiros anos de idade incentivado por seu pai, o compositor Leopold Mozart. Com cinco anos, Mozart fez sua primeira apresentação pública, o que resultou, nos vinte anos seguintes, em viagens por toda a Europa. Mozart possui Catálogo de Obras extenso, com aproximadamente 20 óperas, 17 missas, um réquiem, 29 concertos para piano e outros instrumentos diversos, 27 quartetos e 6 quintetos de cordas e 41 sinfonias. Dentre elas, a "Sinfonia nº 41, Júpiter, em dó maior, K. 551", composta em meados de 1788 em meio a uma crise financeira, é a última e mais extensa delas. Apresenta quatro movimentos: Allegro vivace, Andante cantabile (con sordini), Menuetto: Allegretto e Finale: Molto allegro.

 

 

 

 

 

Serviço

 

 

 

Filarmônica no SESI

 

Local: Teatro Sesi (Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva, ao lado do Clube Antônio Ferreira Pacheco)

 

Data e horário: Terça-feira, 8 de abril, às 20h30

 

Entrada franca

 

 

 

 

 

Contatos e mais informações

 

 

 

Humberto Wilson

Gerência de comunicação da Orquestra Filarmônica de Goiás

 

 

 

(62) 3201-4909 / (62) 9512-7979